A erupção vulcânica acontecida nas Ilhas Canárias, causada pelo vulcão Cumbre Vieja, que se manteve calmo e silencioso por cinquenta anos e que agora manifestou-se, causando um verdadeiro arraso naquela região onde existe, poderia servir de base a certas análises por parte do povo brasileiro.
Isto porque existe uma gozação que o envolve, usando-se figurativamente da não existência em nosso país, desse tipo de acontecimento. Aqui também não há terremotos, bem como tsunamis e nem furacões. Mas numa comparação extrema alguns imaginam que esse mesmo povo, do modo como age e se porta, causa muito mais estragos do que todas aquelas propriedades juntas.
Mas nesse caso, o que deve ser de imediato raciocínio é se não existem todas essas dificuldades aqui, a reação popular deveria ser muito melhor do que aquela que expressa em seu cotidiano, deixando de se aplicar em trabalho, ações produtivas, gerações de melhores situações para si, e também possuir uma performance muito melhor do que a que possui.
Imaginemos que à essa hora o povo daquela região, que teve sua vida virada pelo avesso, bem como suas propriedades e bens, dilaceradas pelas larvas do vulcão, ter que recomeçar do zero para retomar suas vidas. E ainda bem que as continuam possuindo, apesar da tragédia.
As mazelas tupiniquins, realmente, são de assustar. Pelas existências, variedades, volumes, espécies, quantidades e etc...Mas também por ser um fato crônico e perene, cuja responsabilidade é única e exclusiva de seu próprio povo, que as gera através das múltiplas eleições parlamentares que participa, onde escolhe, quase sempre, o pior, a escória, dentre aqueles que se apresentam como candidatos nessas épocas.
Sendo assim, o âmbito público parlamentar, transformou-se no que há de pior no país. Mas gerou filhotes em quase todos os espaços e campos próximos desses mesmos âmbitos. A corrupção, a roubalheira e os desrespeitos, produzem mazelas infindáveis que, provavelmente, transformaram-se em verdadeiros canceres incuráveis e sem soluções.
Mas no Brasil, o povo adquiriu um modus operandis interessante. Peculiar, quase que exclusivo de seus, onde a marca maior é o tão afamado 'jeitinho brasileiro'. E que somado a outro excremento linguístico, o 'politicamente correto', acabou por tornar inigualável no mundo um jeito de ser popular e exclusivamente nacional.
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